
Uma jornalista do Público, perguntou a António Barreto, qual o sentido da vida. A resposta emocionou muita gente, incluindo a jornalista-«Eu,que não tenho fé nem convicções religiosas, tento pagar tudo o que a vida me dá.Gostava de dar de volta tudo o que recebo.Quero pagar aos meus pais,quero pagar a todos os que estão na minha vida,quero pagar tudo o que me é dado ser e viver, embora saiba que nunca pagarei uma sonata de Bach,nunca pagarei Veneza,nunca pagarei tanta coisa...» Gratidão, sentido de comunidade,solidariedade, amizade...
Sem valores, o mundo perde todo o encanto. Camilo Pessanha, através da poesia,fala-nos da amizade
Encontraste-me um dia no caminho
Em procura de quê, nem eu sei
-Bom dia companheiro - te saudei
Que a jornada é maior indo sozinho.
É longe, é muito longe,há muito espinho!
Paraste a repousar,eu descansei...
Na venda em que poisate,onde poisei
Bebemos cada um do mesmo vinho.

Veneza
O sentido da vida é muito belo, mas temos que lhe dar o devido valor. Não há nada que a possa pagar.
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